Escândalo e Ostentação: O contraste entre o luxo de “Júnior Garimpeiro” e o abandono de Centro Novo do Maranhão




Enquanto a população de Centro Novo do Maranhão enfrenta ruas esburacadas, prédios públicos deteriorados, escolas abandonadas e serviços básicos precários, a gestão municipal parece viver em uma realidade paralela de ostentação. À frente da prefeitura está Joedson Almeida dos Santos, amplamente conhecido como Júnior Garimpeiro — alcunha que carrega com orgulho nas redes sociais, onde costuma se definir como apaixonado pela natureza, mas cuja trajetória coleciona polêmicas pesadas que vão muito além dos limites do estado.


O apelido de “Garimpeiro” não é à toa. A ficha corrida do gestor ganhou repercussão nacional quando ele foi preso em flagrante em Confresa, no estado de Mato Grosso (região Centro-Oeste). Na ocasião, a polícia interceptou um veículo ligado ao prefeito transportando sacos com minérios e ouro extraído ilegalmente de terras da região.  

As investigações apontam o envolvimento do político com frentes de exploração mineral clandestina, crimes ambientais e desmatamentos expressivos na Amazônia legal. Embora tenha conseguido deixar a prisão após o pagamento de fiança, o episódio manchou a imagem institucional da prefeitura e colocou holofotes federais sobre as operações e o patrimônio do chefe do Executivo municipal.

O que mais chama a atenção da opinião pública e gera revolta nos moradores é a discrepância gritante entre a suposta origem financeira e o ritmo de vida ostentado por Júnior Garimpeiro. Recentemente, o prefeito virou assunto nacional ao exibir investimentos milionários, incluindo a aquisição de uma lancha avaliada em milhões de reais e o uso frequente de um helicópteroem sua rotina particular e política.

A aeronave, inclusive, passou a fazer parte do cotidiano de suas duas companheiras. Aberto quanto à sua vida conjugal, o prefeito faz questão de circular publicamente com duas esposas: Natali Lima, que atua formalmente como a primeira-dama do município e com quem tem filhas, e Natália, lançada recentemente por ele como candidata a deputada estadual. Em eventos públicos, o prefeito chegou a declarar abertamente sobre sua dinâmica familiar, enquanto os eleitores observam perplexos a mistura de excentricidades pessoais, campanhas políticas estruturadas com recursos bilionários e a escassez de investimentos na cidade.  

Em contrapartida à vida de marajá, voos de helicóptero e disputas de poder político familiar, Centro Novo do Maranhão agoniza com a falta de infraestrutura básica.

Moradores relatam que a cidade foi literalmente “jogada às traças”. Escolas municipais encontram-se em situação precária ou abandonadas, obras públicas iniciadas jazem paralisadas sem previsão de entrega, e ruas sem pavimentação dificultam o ir e vir da comunidade. O dinheiro público, que deveria ser revertido em saúde, saneamento e educação de qualidade para os cidadãos centro-novenses, parece escoar pelas mãos de uma gestão focada em interesses próprios e na manutenção de privilégios particulares.

O povo do Maranhão e, em especial, os habitantes de Centro Novo exigem respostas. Afinal, até quando uma cidade inteira continuará pagando o preço pelo projeto de poder de um gestor cujas marcas registradas são o escândalo, o luxo desmedido e o abandono administrativo?

Dica para publicação:

veja aqui 

https://g1.globo.com/google/amp/ma/maranhao/noticia/2025/11/13/quem-e-junior-garimpeiro-prefeito-de-centro-novo-do-ma-preso-suspeito-de-extrair-ouro-de-terra-indigena-em-mt.ghtml



Recebido por 30 mil pessoas, Orleans Brandão reforça compromisso com Timon




O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, participou na noite deste sábado (12) de uma grande caminhada em Timon, que reuniu 30 mil pessoas. Ao lado do prefeito Rafael Brito, da candidata a deputada estadual Socorro Waquin, da candidata a deputada federal Dr. Gisele e de lideranças da região, Orleans foi recebido pela população e falou sobre a relação que mantém com o município. “Quando eu venho em Timon é diferente. Timon é uma cidade que me acolhe bem demais, essa história já tem um tempo”, afirmou.



A proximidade com a cidade, segundo Orleans, começou a se fortalecer quando esteve à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas e passou a trabalhar diretamente com Rafael Brito. “Há quatro anos, quando eu assumi a Secretaria de Assuntos Municipalistas, fiz grandes parcerias aqui na cidade. Encontrei grandes amigos e o homem que viria a ser um grande prefeito, o Rafael Brito. E a gente conversou demais, a gente fez muita parceria e através dessa parceria chegou a infraestrutura, o hospital, o segundo batalhão da Polícia Militar, melhorando a segurança pública. Muitas obras e muitas ações chegaram à cidade de Timon”, disse.


Agora, a proposta apresentada por Orleans é ampliar os investimentos no município, principalmente em educação, saúde e segurança. “Timon precisa de mais educação, Timon precisa de mais saúde, Timon precisa de mais segurança pública e eu quero fazer um compromisso aqui com vocês: eu irei trabalhar em todas as áreas”. Entre as medidas, citou a ampliação das escolas em tempo integral, com a meta de chegar a 50% da rede estadual nos primeiros quatro anos, além da regionalização da saúde e da implantação de um hospital de traumatologia em Timon, com atendimento também para moradores de toda a região.


Na segurança, o candidato anunciou que “Timon precisa de mais viatura. E o recado que já foi dado pelo Brandão continua: bandidagem de Timon não vai se criar, porque vai vir pra cá mais policiamento, mais vídeo monitoramento, mais efetivo, mais armamento, isso no primeiro ano de 2027”, declarou. Orleans também apresentou o Cinturão da Paz, que prevê a implantação de vídeo monitoramento nos 217 municípios maranhenses.


A caminhada também foi marcada pelas manifestações de apoio das lideranças que acompanharam Orleans. Dr. Gisele afirmou que “a festa, a comemoração é toda dele”, destacando a presença do candidato junto ao grupo. Socorro Waquin reforçou a escolha por Orleans: “A festa é de Orleans. Orleans é o nosso governador. A escolha está feita”. Ela também ressaltou a trajetória do candidato pelo estado, afirmando que ele “aprendeu a conhecer o Maranhão, aprendeu a andar pelo Maranhão, aprendeu a ouvir as dores do Maranhão e agora se oferece pra governá-lo”.


Rafael Brito também reforçou a aliança durante o ato e projetou a vitória de Orleans. “Governador, eu tenho certeza absoluta que no dia 1º de janeiro tu serás o próximo governador do Maranhão. Porque se depender de mim, da doutora Gisele, da professora Socorro e do povo de Timon, você vai ganhar em primeiro turno”, declarou o prefeito.


No encerramento, Orleans pediu diretamente o voto dos timonenses: “Queria aqui pedir uma oportunidade pra Timon. Vai chegar na hora no dia 4 de dar um voto pra governador e queria humildemente pedir o voto de todos vocês. Eu tenho certeza que a partir do dia 4 de outubro eu serei o melhor governador que Timon e que o estado do Maranhão já viu”.


*Orleans Brandão prestigia a 73ª Festa do Vaqueiro e destaca impacto econômico do evento em Balsas*




O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, participou nesta sexta-feira (12) da 73ª edição da Festa do Vaqueiro, em Balsas, um dos eventos mais tradicionais do sul do estado. Ao lado do prefeito Alan da Marissol, Orleans acompanhou a programação e destacou a importância das festas tradicionais para a preservação da cultura maranhense e para o fortalecimento da economia dos municípios.



Durante a agenda, o pré-candidato percorreu o Parque de Exposições e participou da tradicional cavalgada que movimentou a cidade. Segundo Orleans, o crescimento das festas de vaqueiro e das feiras agropecuárias é resultado do incentivo dado pelo Governo do Estado às manifestações culturais e às tradições maranhenses.


“Eu fico muito feliz em ver que a força da nossa gestão, a nossa parceria e a liderança do governador Carlos Brandão, ampliaram as feiras agropecuárias por todo o estado, aumentando as festas de vaqueiro. Isso aqui faz parte da nossa cultura, faz parte da nossa raiz, das nossas tradições”, pontuou.


Ao comentar os resultados desses investimentos, o ex-secretário de Estado da Cultura e pré-candidato a deputado estadual, Yuri Arruda, ressaltou que acompanhou de perto esse trabalho durante os quatro anos em que integrou a gestão do governador Carlos Brandão. Segundo ele, Orleans conhece a importância desses eventos para o desenvolvimento das regiões maranhenses e deverá dar continuidade a esse incentivo.


“Durante quatro anos nós estivemos como secretários da gestão do governador Brandão, e a gente sabe da força desses grandes eventos. Você vai continuar incentivando, porque eu tenho certeza que você sabe da importância desses eventos para o sul do Maranhão e para todo o estado”, afirmou.


Ao falar sobre os resultados desse trabalho, Orleans destacou o impacto das festas e exposições na economia dos municípios, lembrando que esses eventos movimentam o comércio, geram renda e fortalecem diferentes setores.


“Ontem eu estava na ExpoSertão, está gigante. Hoje aqui na Festa do Vaqueiro de Balsas, gigantesca, gerando renda, girando a economia da cidade. Vamos continuar fomentando a nossa economia e trazendo cultura para todo o povo do Maranhão”, afirmou.


A participação do pré-candidato na 73ª Festa do Vaqueiro integrou uma agenda voltada à valorização das manifestações culturais e das feiras agropecuárias, iniciativas essas que preservam as tradições maranhenses e contribuem para o desenvolvimento econômico dos municípios.


Até Onde Vai o Poder? O Caos em Santa Inês Sob a Gestão de “Felipe dos Pneus”





 Em Santa Inês, o que se vê hoje não é apenas uma crise política, mas uma profunda crise de humanidade. Desde que Felipe dos Pneus assumiu a prefeitura, a cidade tem experimentado um retrocesso assustador no respeito à dignidade dos cidadãos. Promessas de progresso deram lugar a atos de humilhação, violência e um abuso de poder que choca a todos que ainda acreditam na função pública como serviço ao povo.


Não se trata apenas de falta de obras ou de gestão ineficiente. É sobre pessoas — funcionários públicos e moradores — sendo tratadas como lixo por aqueles que deveriam protegê-las.


---


Casos Recentes Que Chocaram a Cidade


Nos últimos dias, duas situações escandalosas vieram à tona e resumem o nível de degradação moral que tomou conta da prefeitura:




1. O Caso da Cesta Básica e do Uniforme na Cintura

   Um ex-funcionário, conhecido como Xará da Barreirinha, foi responsável por distribuir cestas básicas aos trabalhadores da limpeza. Em vez de agir com solidariedade, ele tomou a cesta de um funcionário porque o uniforme estava amarrado na cintura. Uma ação autoritária, humilhante e desumana, que mostra como alguns agentes do poder enxergam o trabalhador: não como pessoa, mas como objeto de controle.

2. Agressão Violenta a Morador de Rua

   Funcionários ligados ao prefeito, identificados como Magrão e Hélio Pão com Ploc, foram acusados de agredir um morador de rua com um facão. Ambos são ex-candidatos a vereador e, em vez de representarem a população, usam sua proximidade com o poder para perpetuar a violência. Até quando cidadãos vulneráveis serão tratados como alvos?


---


Uma Cultura de Terror e Humilhação


Esses casos não são isolados. Eles refletem uma prática que se espalhou por diversos setores da administração municipal: funcionários que agem como “capatazes”, intimidando, humilhando e oprimindo quem deveriam servir. A população de Santa Inês tem sido submetida a situações constrangedoras e violentas, enquanto a sensação de impunidade só cresce.


O poder, em vez de ser um instrumento de transformação positiva, virou arma de opressão.


---


E Agora, Deputada?


Para piorar, há um projeto político em andamento que deve acender o alerta geral: em 2026, Paula Prata, esposa de Felipe dos Pneus, pretende se candidatar a Deputada Estadual. Se o modelo de gestão do prefeito já é marcado por autoritarismo e descaso, o que podemos esperar de um mandato estadual conduzido pela mesma lógica?


É preciso enxergar além das promessas. É preciso olhar para os atos. E os atos dessa administração têm sido claros: desrespeito, violência e desprezo pelo povo.


---


Não Podemos nos Calar


Santa Inês não merece isso. Nenhuma cidade merece. A função pública exige ética, respeito e compromisso com o bem-estar coletivo — valores que estão totalmente ausentes na atual gestão.


Chegou a hora de repensar o voto, de exigir accountability, de lembrar que o poder emana do povo e a ele deve servir. Em 2026, quando as urnas se abrirem, é fundamental votar com consciência. Não apenas contra um nome, mas contra um sistema que permite que humilhações e violências se tornem rotina.


Até onde vai o poder? Até onde a população permitir.


Crise em Anapurus: Caos, Depressão e Salários Atrasados Marcam a Gestão Municipal



Anapurus vive um clima de profunda depressão e caos sob a gestão do prefeito, que mais uma vez falha em cumprir com as obrigações mais básicas, gerando uma crise de confiança e financeira na cidade. O que já era temido se confirmou, mas a gravidade da situação atual supera as piores expectativas.

Salários Atrasados e 13º Ignorado

O quadro financeiro é alarmante: a folha de pagamento da Educação e outras secretarias acumula três meses de salários em atraso. Além disso, o 13º salário não foi pago, e sequer houve o depósito da 10ª parcela de novembro e dezembro, mergulhando os servidores em dificuldades extremas em pleno final de ano.

A insatisfação popular atingiu um ponto crítico. A população já demonstra rejeição explícita ao nome do gestor, que não é mais bem recepcionado em locais públicos. O sentimento é de que todos os esforços e recursos estão sendo direcionados apenas para uma “panelinha” privilegiada, enquanto a grande maioria da cidade sofre.

O Drama Humano e o Descaso na Saúde

O descaso da administração ecoa em dramas pessoais que expõem a fragilidade da saúde pública e o impacto da falta de pagamento.

Um dos casos mais chocantes é o da Professora Bárbara, uma servidora pública de renome e muito conhecida em Anapurus. Enfrentando um momento de grande dificuldade, a professora está realizando uma rifa para conseguir comprar medicamentos para sua filha, que é cadeirante e está debilitada.

A situação é um retrato cruel do descaso: Enquanto a cidade se afoga em dívidas e atrasos, e uma servidora pública precisa apelar para a caridade para garantir o tratamento da própria filha, o prefeito, que supostamente tem formação em medicina, falha em prover o mínimo de suporte e estrutura, deixando toda a população à mercê de uma saúde pública inexistente e da falta de recursos.

A crise em Anapurus não é apenas financeira; é uma crise humanitária e de governança, onde a falta de compromisso com o servidor e a saúde do cidadão tem levado a cidade ao limite.


veja os prints.